Ben Stansall/AFP
Ben Stansall/AFP

Brasil se aproxima dos Jogos Olímpicos do Rio na ginástica artística

País vê rivais decepcionarem no Mundial de Glasgow

Estadão Conteúdo

24 de outubro de 2015 | 12h41

O que parecia difícil agora é bastante provável. Após a realização de mais três rotações na manhã deste sábado em Glasgow (Escócia), a seleção brasileira feminina de ginástica artística perdeu uma posição, mas manteve-se à frente das suas principais rivais por uma vaga olímpica pelo Campeonato Mundial.

Bélgica, Coreia do Sul, França e Austrália eram equipes que, com nível parecido, poderiam superar o Brasil na classificação por equipes e acabar com as chances de a vaga olímpica vir já pelo Mundial - o evento-teste do ano que vem vai distribuir outras quatro vagas. Mas todas foram pior do que as brasileiras.

Só a China, potência da ginástica artística feminina, ultrapassou o Brasil na manhã deste sábado. Como os Estados Unidos competem na primeira das três rotações que vão fechar a fase de classificação, é praticamente certo que as brasileiras cairão para o oitavo lugar.

São exatamente oito vagas olímpicas por equipes em jogo no Mundial - também é esse o número de times que avançam à final. Além dos EUA, vão ao tablado Holanda, Grécia, México, Hungria e Suíça. Tomando como base o Mundial do ano passado, a maior preocupação é a Holanda, 10ª colocada em 2014. O México foi 14º e a Suíça, 19ª colocada.

Na manhã deste sábado, deu certo a torcida contra Austrália e França. Oitavas colocadas no ano passado, as australianas, assim como as brasileiras, pecaram demais nas barras assimétricas. Mas também falharam muito na trave e no solo, fechando a participação em 12º. Já as francesas se deram bem nas barras, mas tiveram notas piores que do Brasil nos outros aparelhos. Estão em oitavo, logo depois do Brasil, e só vão à Olimpíada se acontecer uma catástrofe com o time americano.

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