Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Acostumado a vencer, Anderson quer 'entrar para história'

Apesar dos 20 anos, meia do Manchester se considera experiente e afirma estar pronto para ouro inédito

EFE

31 de julho de 2008 | 11h46

Uma das principais estrelas da equipe que representará o Brasil no torneio de futebol masculino nos Jogos Olímpicos de Pequim, o meia Anderson disse que pretende ajudar sua geração a "entrar para a história" com a conquista da inédita medalha de ouro.   Apesar de ter apenas 20 anos, o jogador nascido em Porto Alegre coleciona títulos e parece lidar bem com a pressão e a responsabilidade de ser um dos grandes nomes de uma equipe da qual se espera muito.   "Sempre gostei de desafios e tenho muita vontade de vencer. Uma medalha de ouro iria marcar esta geração para sempre", disse o jogador, esbanjando autoconfiança.   De fato, Anderson mostrou ao longo de sua carreira que não se esconde nos momentos decisivos. Em 2005, ainda com 17 anos, fez o gol que levou o Grêmio de volta à primeira divisão do Campeonato Brasileiro. O clube gaúcho teve quatro jogadores expulsos, mas conseguiu vencer por 1 a 0 a partida que ficou conhecida como "Batalha dos Aflitos".   Mais tarde, depois de ser bicampeão português pelo Porto, o meia ajudou o Manchester United a conquistar o Campeonato Inglês. Além disso, converteu sua cobrança na disputa de pênaltis na final da última Liga dos Campeões, também vencida pelos comandados do escocês Alex Ferguson.   O jogador ainda participou das seleções brasileiras de base e chegou a vencer o Sul-americano sub-17 em 2005. Experiência que ele diz ter sido muito importante na sua formação como jogador, especialmente porque é algo valorizado pelo técnico Dunga.   "Acho que toda experiência que conquistei nas seleções de base vai ser importante por toda a minha carreira. O Dunga e o Jorginho também fizeram parte dessas equipes e acredito que valorizem isso", comentou.   Mais do que tentar levar uma inédita medalha de ouro para casa, o meia do Manchester United quer aproveitar a chance para se consolidar de vez na seleção principal - e, para isso, está disposto a jogar do jeito que Dunga precisar. O meia ofensivo de origem atua mais recuado na Inglaterra, como um segundo homem.   "Adaptei-me muito bem atuando um pouco mais recuado. Na verdade, quero mesmo é estar em campo e o Dunga vai saber optar pela minha melhor colocação de acordo com os jogadores que têm à disposição", afirmou.   Para Anderson, o torneio olímpico, mesmo sendo uma competição para menores de 23 anos, tem o mesmo peso de qualquer outra. "Temos craques atuando nas melhores equipes do mundo com menos de 23 anos", lembrou.   Para o sucesso da seleção, o jogador destacou a importância de Ronaldinho Gaúcho, que já parece ter assumido o posto de líder de um time de jovens.   "Sua presença em Pequim será fundamental para o sucesso da seleção brasileira", ressaltou o meia do Manchester United, que disse que sempre admirou o futebol de Ronaldinho - outra cria do Grêmio.  

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.