Agência Antidoping pede controle da entrada de substâncias

Segundo presidente da entidade, hormônios do crescimento podem vir dos mesmos lugares que drogas ilegais

EFE

30 de abril de 2008 | 11h38

A Agência Mundial Antidoping (AMA) quer que a China exerça o máximo controle nas suas fronteiras para evitar a entrada de substâncias dopantes, tendo em vista a proximidade dos Jogos Olímpicos de Pequim.  O australiano John Fahey, presidente da AMA disse nesta quarta-feira, 30, que a agência está perto de fechar um acordo com a Interpol. "Temos idéias e propostas em comum. Em algumas ocasiões existe a crença que as substâncias para melhorar o rendimento podem vir dos mesmos lugares que as drogas ilegais", disse Fahey, para quem "o controle do doping em Pequim será mais severo que nunca".  O presidente da AMA se mostrou impressionado com o laboratório antidoping de Pequim, que utilizará um método avançado para detectar o hormônio de crescimento, e alertou os atletas que pretendem se dopar dos "riscos que correrão". 

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