Felipe Dana/ AP
Felipe Dana/ AP

Algas da Lagoa Rodrigo de Freitas atrapalham teste da paracanoagem

'No fim, quase virei o barco', diz brasileiro Fernando Fernandes

IDIANA TOMAZELLI, Estadão Conteúdo

05 de setembro de 2015 | 15h33

As algas que habitam a água da Lagoa Rodrigo de Freitas continuam a atrapalhar o desempenho dos atletas da paracanoagem, que disputam o evento-teste da modalidade na tarde deste sábado, no Rio de Janeiro. "No final, quase virei o barco", contou o atleta brasileiro Fernando Fernandes.

Na manhã deste sábado, competidores da Alemanha e de Portugal já haviam reclamado da presença de algas, que atrapalham o movimento dos atletas da canoagem. Integrantes da organização atuam em barcos para remover excessos, mas a operação não tem sido suficiente.

"Não tenho dúvida de que isso será resolvido até 2016. Até sugeri que colocassem umas redes para conter as algas", disse Fernandes, admitindo que o País não está acostumado a sediar eventos tão grandes da modalidade.

Apesar de reclamar das algas, o atleta brasileiro disse que a poluição da Lagoa, que preocupa competidores estrangeiros, não o afeta. "A poluição é mais pra gringo do que pra gente. Não me sinto remando num ligar poluído", afirmou.

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