Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

André Jardine projeta estreia da seleção nos Jogos Olímpicos: 'Nível melhor'

Brasil começa caminhada na busca pelo ouro em Tóquio diante da Alemanha

Redação, Estadão Conteúdo

16 de julho de 2021 | 10h02

Um último teste para tirar importantes lições e esquentar os motores para a estreia nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Foi assim que o técnico André Jardine avaliou a goleada da seleção brasileira olímpica masculina por 5 a 2 sobre os Emirados Árabes Unidos, na quinta-feira, na Sérvia. Após a vitória, o treinador analisou o desempenho e falou sobre o que pode se tirar como lição para o jogo contra a Alemanha, na próxima quinta.

Jardine viu o Brasil com pouco ritmo de jogo e projetou um nível melhor na partida diante dos alemães. "Tem muito jogador vindo de férias. Para metade do time, praticamente, é o primeiro jogo da temporada, ainda sem ritmo. Acho que um pouquinho dos gols perdidos tem muito disso, falta um pouquinho de ritmo, de precisão no acabamento. Os próprios gols que a gente sofreu, falta um timing, um ritmo a mais", avaliou, antes de projetar o primeiro jogo na Olimpíada.

"O amistoso nos coloca um passo a frente do nível que a gente estava hoje, com mais treinamentos, para fazermos algumas correções, evoluir mais alguma coisa e, com o acréscimo dos jogadores que estão chegando, acho que vamos estrear num nível melhor. Com certeza, teremos que crescer ao longo da competição para chegar a um nível para poder adicionar a medalha", prosseguiu o técnico.

Apesar da citada falta de ritmo, a seleção brasileira mostrou algumas de suas principais características durante a vitória. Uma delas foi justamente o volume de jogo e a criação de oportunidades no ataque. Depois de um empate por 1 a 1 na primeira etapa, ajustou a pontaria no segundo tempo e saiu de campo com cinco gols marcados.

"Bastante disposição, uma capacidade de criar situações. Desperdiçamos muito, mas criamos muito, isso é sempre positivo. Em nenhum momento lamentação, em nenhum momento paramos de correr e competir. Gostei do potencial do banco de entrar e fazer a diferença, mesmo com 15, 20 minutos. Muita coisa boa e muita coisa que podemos corrigir", ponderou Jardine.

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