Arquivo/CPB
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Andrew Parsons diz que Paralimpíada será especial: 'Uma exibição do esporte'

Dirigente também comenta sobre a necessidade de ficar em casa durante a quarentena

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de abril de 2020 | 09h43

Quatro dias depois do anúncio da nova data da Paralimpíada de Tóquio-2020, que agora será de 24 de agosto e até 5 de setembro de 2021, o brasileiro Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), voltou a comentar sobre a mudança. Para o dirigente, que está trabalhando de sua casa em Brasília desde o último dia 13, o evento será especial até para retomar os esportes após a pandemia.

"Cada desafio apresenta uma nova oportunidade. Prometo que os Jogos Paralímpicos em 2021 serão uma sensacional exibição do esporte e de celebração global da resistência humana", afirmou Parsons, em comunicado divulgado no site oficial do IPC, referindo-se ao desafio de vencer a pandemia do novo coronavírus, que tem afetado o esporte mundial.

O dirigente revelou que tem cumprido à risca as recomendações das autoridades de saúde do Brasil. "Só saí de casa para comprar comida. Minha prioridade é proteger a minha família e cooperar com o pedido de isolamento", disse o presidente do IPC, que há alguns dias criou um grupo de trabalho para discutir planos para o movimento paralímpico, o primeiro deles foi o adiamento dos Jogos.

"Foi uma decisão histórica. A vida está complicada neste momento, mas sei que venceremos. Cada desafio é importante e no próximo verão (de 2021 no hemisfério norte) prometo que os Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020 serão especiais", comentou Parsons. "Com mais tempo de preparação, eles serão uma celebração global da resistência humana e uma sensacional exibição do esporte. Em um momento que nos pedem para ficarmos separados, devemos nos unir como nunca".

Entre os próximos detalhes a serem solucionados pelo grupo de trabalho do IPC, junto com o Comitê Organizador de Tóqui-2020, estão a confirmação dos locais de prova - os comitês responsáveis pelos Jogos precisarão renegociar contratos para utilização de estruturas acordadas para 2020 - e a situação dos ingressos que já haviam sido comercializados.

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