Anistia Internacional desaprova governo chinês nos Jogos

Segundo relatório da entidade, autoridades chinesas não respeitaram os direitos humanos na Olimpíada

EFE

24 de agosto de 2008 | 14h00

A organização de defensa dos direitos humanos, Anistia Internacional (AI), acusou autoridades chinesas de perseguirem e punirem ativistas e jornalistas durante a disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim.   Veja também:Balanço da Olimpíada de Pequim    Em comunicado divulgado neste domingo, a AI também criticou o Comitê Olímpico Internacional (COI) por prejudicar o legado de direitos humanos dos Jogos ao não ver a situação dos abusos.   "Foi um evento esportivo espetacular, mas foram realizados diante das violações dos direitos humanos, já que se impediu que os ativistas expressassem de forma pacífica seus pontos de vista", declarou Roseann Rife, subdiretora da área Ásia-Pacífico da AI.   "As autoridades chinesas e o COI tinham uma oportunidade de demonstrar a melhora dos direitos humanos, mas fracassaram em muitos aspectos", acrescentou Rife.   Durante a celebração dos Jogos, a AI afirma ter documentado contínuas violações dos direitos humanos dirigidas aos ativistas pacíficos e jornalistas na China.   A AI diz que a China e o COI devem aprender com os problemas surgidos e defender os valores dos direitos humanos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.