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Aparelhos servem ao 2º maior hospital de emergência do país

Policlínica do Rio-2016 conta com equipamentos de última geração

Monica Manir, O Estado de S.Paulo

19 Agosto 2016 | 05h12

Odiretor-geral do Hospital Municipal Souza Aguiar sabe de cor o que já ganhou como legado da Olimpíada: tomografia computadorizada, dois aparelhos de raio X fixos, um de raio X móvel, dois de ultra-som portátil, um de ecocardiograma, seis carrinhos de anestesia e quatro intensificadores de imagem.

“É legado de verdade porque é perene, ficará para a população”, diz Antonio Araujo. No pacote de ofertas da GE, ele não quis a ressonância: teria de montar um prédio anexo para colocar o aparelho, que pesa 7,5 toneladas. Araujo entende que os aparelhos herdados, todos digitais, e principalmente a experiência de seus médicos tendem a suprir as necessidades do segundo maior hospital de emergência do País. “A clínica é soberana.”

Nesta Olimpíada, o Souza Aguiar se responsabilizou pela venue do Maracanã. Os 41 pacientes até então relacionados aos Jogos - 18 brasileiros e 23 estrangeiros -, queriam sanar dor de cabeça, dor nas costas, mal estar, gastroenterite, resfriado/gripe, contusões, fraturas, luxações, cortes. O diretor sabe que a assistência médica ao brasileiro está muito aquém do ideal, com municípios ainda sem um mísero posto de saúde. Mas o olhar de fora, diz ele, se encanta com o sistema universal. Tem estrangeiro que cogita vir ao Brasil só pra fazer cirurgia eletiva de graça e voltar. Quando esse estrangeiro pergunta a Araujo o que ele acha da alternativa, o diretor não faz rodeio: “O que eu acho? Eu acho que desonesto tem em qualquer lugar”.

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