Assessor da ONU é cauteloso sobre boicote aos Jogos

Willi Lemke diz que é necessário realizar uma 'análise profunda' sobre a crise no Tibete

EFE

19 de março de 2008 | 14h23

O novo "Assessor Especial do secretário-geral da ONU sobre esporte como instrumento para promover o desenvolvimento e a paz", o alemão Willi Lemke, mostrou-se, nesta quarta-feira, cauteloso com relação aos pedidos de boicote aos Jogos Olímpicos de Pequim por causa do atual problema do Tibete. "Neste momento é necessário realizar uma análise da situação e evitar um pronunciamento concreto, tanto a favor do boicote como contra dele", disse. Veja também: Ministro francês volta atrás sobre boicote olímpicoA crise de Tibete destaca a importância de que exista um representante da ONU para promover a paz por meio do esporte. Por este motivo, Lemke afirmou ver sua incumbência principal em fazer com que o esporte de massas se transforme em instrumento de prevenção de crise.O papel do Assessor Especial do secretário-geral para o esporte é levar os ideais da ONU sobre a paz para o esporte, assim como representar o secretário-geral da entidade em eventos esportivos internacionais.

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