George Burke/USA Today Sports
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'Até 2016 terei muitas oportunidades para competir no C1 1.000m'

Atleta da canoagem de velocidade não se arrepende do jogo de equipe no Mundial

Entrevista com

Isaquias Queiroz

PAULO FAVERO, O Estado de S. Paulo

25 de agosto de 2015 | 20h09

De volta ao Brasil, Isaquias Queiroz trouxe duas medalhas do Mundial de Canoagem de Velocidade na bagagem e não se arrepende de ter aberto mão de disputar a prova do C1 1.000m, sua especialidade, para ajudar o Brasil a conquistar a vaga olímpica em outras provas. O baiano jura que não ficou triste pelo fato e comemora o grande resultado internacional da modalidade. Nesta entrevista exclusiva, ele fala sobre o jogo de equipe e suas pretensões para a Olimpíada.

Qual avaliação você faz sobre sua participação no Mundial?

Ficamos muito felizes com os resultados. O objetivo final para o Campeonato Mundial foi alcançado: conseguimos mais duas vagas para os Jogos de 2016 e, por consequência, ainda conquistamos um bronze na prova do C1 200m, que não é minha especialidade, e um título mundial no C2 1.000m com meu parceiro Erlon Souza.

Você ficou triste por não participar do C1 1.000 m?

Não, pois até 2016 terei muitas oportunidades para competir essa prova.

Para a Olimpíada, depois de resultados tão expressivos em outras provas, você pretende ampliar os horizontes e disputar o C1 200 m e o C2 1.000 m?

Como o C2 1.000m é a mesma metragem do C1 1.000m, não tenho dificuldades. Mas ainda iremos decidir se irei treinar para o C1 200m.

Como será sua rotina de trabalho até a Olimpíada?

Minha rotina não mudará nada. Iremos continuar treinando muito em busca de medalhas nos Jogos Olímpicos do ano que vem.

Qual a importância do técnico Jesus Morlán em seu crescimento?

Com a contratação dele em 2013, a canoagem brasileira masculina melhorou em vários aspectos, principalmente nos resultados.

Por último, como sua vida tem se transformado com os bons resultados? Você ficou famoso?

Não fiquei famoso, porque infelizmente não jogo futebol. Mas, pelo menos, estou fazendo história na canoagem de velocidade, que nunca teve tanta visibilidade como nos últimos tempos.

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