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Autoridades também investigam filho de ex-presidente da IAAF

Autoridades francesas revelaram nesta sexta-feira que também estão investigando Papa Massata Diack, filho de Lamine Diack, ex-presidente da IAAF. Lamine está sob investigação criminal por corrupção e lavagem de dinheiro, sendo suspeito de ter recebido pelo menos 1 milhão de euros da Rússia para encobrir resultados positivos em exames antidoping.

Estadão Conteúdo

06 de novembro de 2015 | 20h45

Nesta sexta, autoridades informaram que Papa Massata era "muito ativo" no "sistema de corrupção", que envolvia até chantagem com atletas flagrados em testes positivos. De acordo com a procuradora Eliane Houlette, em entrevista à agência Associated Press, o filho de Diack tentou chantagear a corredora turca Asli Cakir Alptekin, sem sucesso.

Após ser campeã olímpica nos 1.500 metros nos Jogos de Londres-2012, ela foi abordada por Papa Diack, ex-consultor da IAAF, que teria sugerido que ela poderia escapar de uma punição após ter dado resultado positivo para substâncias proibidas.

"Foi uma espécie de chantagem. Este caso consta no relatório que a Agência Mundial Antidoping nos entregou", disse Houlette. Com doping confirmado, a corredora turca foi suspensa por oito anos, já que era sua segunda punição por doping, e teve cassada sua medalha de ouro.

Lamine e Papa Massata Diack não são os únicos investigados pela procuradoria francesa. Além deles, o assessor jurídico de Lamine, Habib Cisse, e Gabriel Dolle, diretor do departamento antidoping da entidade, foram colocados sob investigação a partir de provas fornecidas pela Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês).

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