Mark Ralston| AFP
Mark Ralston| AFP

Basquete do Brasil demonstra abatimento após derrota para Argentina: 'Ficou difícil'

Alex: 'Tínhamos chance e ocasionamos a situação que está agora'

Ciro Campos e Jamil Chade, enviados especiais ao Rio, Estadão Conteúdo

13 Agosto 2016 | 18h17

A derrota da seleção brasileira masculina de basquete para a Argentina na segunda prorrogação complicou a continuidade da equipe da casa nos Jogos do Rio. Após o resultado negativo de 111 a 107, neste sábado, os atletas brasileiros afirmaram que será complicado ter de vencer a Nigéria, na segunda-feira, e torcer por outros resultado favoráveis para que consigam confirmar a classificação para as quartas de final e também escapar de um cruzamento com os Estados Unidos.

"Ficou difícil. Não depende só da gente para se classificar bem. Tínhamos chance disso e ocasionamos a situação que está agora. Temos que vencer a Nigéria e ver o que acontece", afirmou Alex. "Faltou atenção. Erros bobos em rebotes no fim do tempo normal e da primeira prorrogação tiraram a nossa chance. Essas falhas nos custaram a vitória", lamentou.

Até três segundos do fim, o Brasil tinha três pontos de vantagem. A vitória escapou e o jogo foi para a primeira prorrogação após Nocioni acertar uma cesta de três pontos e igualar o placar em 85 a 85. O primeiro tempo extra terminou em 95 a 95 e depois, em novo prolongamento, o jogo acabou definido principalmente pela eficiência da Argentina em abrir oito pontos de diferença.

A derrota foi a terceira do Brasil em quatro partidas nos Jogos do Rio. Embora quatro das seis equipes do grupo avancem à próxima fase, o time do técnico Ruben Magnano terá de esperar as partidas da noite deste sábado para ter um panorama do que precisará para passar à segunda fase. A preocupação, além de classificar, é não ficar em quarto lugar, o que levaria a um confronto com os Estados Unidos.

Para Rafael Hettsheimeir, pesou a experiência da Argentina nos minutos finais. "Não soubemos matar o jogo. Eles têm experiência. Tivemos sérios erros na defesa. Isso nos matou. Não estamos mortos no torneio. Ainda temos o jogo da Nigéria. Se vencermos e dependendo de outros resultados, podemos passar", afirmou.

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