Fábio Motta/Estadão
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BC estima que gastos de estrangeiros na Olimpíada gerem incremento de US$ 200 mi

Valor é bastante inferior ao registrado na Copa de 2014, quando ficou próximo a US$ 900 mi

Bernardo Caram e Fabrício de Castro, Estadão Conteúdo

26 de julho de 2016 | 12h15

O chefe do departamento econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, disse há pouco que a autoridade monetária espera um incremento de US$ 200 milhões com gastos de estrangeiros no Brasil em função da realização da Olimpíada, que acontece entre os dias 5 e 21 de agosto, no Rio.

O valor é muito inferior ao registrado na Copa do Mundo de 2014, quando ficou próximo a US$ 900 milhões, segundo o técnico. De acordo com a estimativa, o valor impactará o resultado das contas de julho, agosto e setembro.

Maciel argumentou que o fato de o evento ser quase todo centralizado no Rio de Janeiro pode explicar a estimativa menor. O número foi calculado levando em conta os resultados apresentados nos países-sede das últimas três edições dos Jogos Olímpicos - no caso, Grécia (Atenas-2004), China (Pequim-2008) e Inglaterra (Londres-2012).

Ele ressaltou que esse valor será adicional ao que normalmente é registrado de gastos no País. "A cidade do Rio de Janeiro já tem um fluxo permanente", lembrou.

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