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Blatter diz que veto a atletas é um atentado ao espírito olímpico

Presidente da Fifa é contrário à decisão de clubes como o Barcelona de não liberar jogadores para os Jogos

EFE

23 de julho de 2008 | 12h34

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, confirmou que os jogadores de menos de 23 anos devem ser liberados por seus clubes para disputarem os Jogos Olímpicos de Pequim, pois se não forem o caso "pode ser interpretado como um atentado ao espírito olímpico".Veja também: Barcelona diz que buscará consenso para contar com Messi Federação alemã defende clubes em polêmica sobre Pequim"Criar obstáculos à participação de jogadores com menos de 23 anos nos Jogos poderia ser interpretado como um atentado ao espírito olímpico, já que estes jogadores formam o núcleo das equipes que participam do torneio", declarou Blatter.Segundo o dirigente, a liberação destes jogadores "sempre foi obrigatória para todos os clubes e o mesmo se aplica ao torneio em Pequim. O fato de os Jogos Olímpicos não estarem incluídos no calendário internacional não significa que as equipes envolvidas não sejam obrigadas a liberá-los", alegou.Desta forma, o dirigente contraria a posição tomada na manhã desta quarta pela Liga de Futebol Profissional (LFP) - entidade que organiza o Campeonato Espanhol - que declarou seu apoio ao Barcelona na disputa do clube espanhol com a Associação de Futebol Argentino (AFA) quanto à liberação do meia-atacante Lionel Messi.Antes da LFP, a Associação de Clubes Europeus (ECA, em inglês), em comunicado de seu presidente, Karl-Heinz Rummenigge, também apoiou o Barcelona.Em outros casos recentes, o meia brasileiro Diego viajou para Pequim por conta própria, ignorando a proibição do Werder Bremen, e o lateral-direito Rafinha foi ameaçado pelo Schalke 04 de ter seu contrato rescindido pelo mesmo motivo.Quando faltam apenas 16 dias para o começo dos Jogos Olímpicos, vários clubes se negaram a ceder jogadores em um momento no qual seus elencos realizam pré-temporada.

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