Brasil falha no Pré-Olímpico e fica sem novas vagas na luta no Rio

Após competição na Mongólia, País segue com cinco classificados

Demétrio Vecchioli, Estadão Conteúdo

25 de abril de 2016 | 08h35

O Brasil segue com o direito de ter cinco representantes nos Jogos Olímpicos do Rio na luta, sendo quatro na disputa feminina e um no estilo greco-romano. A penúltima chance de ampliar o número de classificados era pelo Pré-Olímpico Mundial, que acabou domingo na Mongólia sem nenhuma nova vaga para o Brasil. Agora resta o segundo Pré-Olímpico Mundial, daqui a duas semanas, na Turquia.

A competição na Mongólia era uma espécie de repescagem para os atletas que não conseguiram a classificação nem pelo Mundial nem pelos respectivos torneios continentais. Assim, a principal esperança de classificação para o Brasil foi o Pan-Americano, que garantiu Joice Silva (58kg), Lais Nunes (63kg) e Gilda Oliveira (69kg) - Aline Silva (até 75kg) se classificou graças ao bronze no Mundial do ano passado.

Giulia Penalber (53kg) e Susana Santos (48kg), que falharam no Pan-Americano, em Las Vegas (Estados Unidos), perderam logo na estreia na Mongólia, nas oitavas de final, respectivamente para a mexicana Laura Gabriela Peredo Torres e para a ucraniana Lilya Horishna. Giulia é irmã de Victor Penalber, praticamente garantido na Olimpíada na categoria até 81kg do judô.

No masculino, o único representante brasileiro no Pré-Olímpico foi Antoine Jaoude, que lutou no estilo livre até 125kg e também perdeu na estreia, nas oitavas, para o polonês Robert Baran. Mesmo assim, ainda há boa chance de ele ir para a Olimpíada.

É que, em Las Vegas, Antoine conquistou a vaga olímpica para o Brasil no estilo greco-romano, lutando de última hora no lugar de Eduard Soghomonyan, armênio naturalizado brasileiro, que passou mal na pesagem. Os dois farão uma seletiva para definir quem representará o País, sendo que Soghomonyan ainda depende de conseguir finalizar os trâmites burocráticos de sua naturalização.

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