John Locher/ AP
John Locher/ AP

Brasil fica em nono nas provas de adestramento do CCE

Nos próximos dois dias, o evento do hipismo segue com as disputas do cross country e dos saltos

Demétrio Vecchioli, enviado especial ao Rio, O Estado de S.Paulo

07 de agosto de 2016 | 17h36

O Brasil não deve mesmo brigar por medalhas no Conjunto Completo de Equitação (CCE) na Olimpíada. A equipe brasileira encerrou a etapa mais importante da competição, o adestramento, apenas no nono lugar. Nos próximos dois dias, o evento do hipismo segue com as disputas do cross country (na segunda-feira) e dos saltos (na terça).

No sábado, os dois primeiros brasileiros se apresentaram no adestramento: Marcio Appel (57,20 pontos perdidos) e Carlos Parro (47,30). Já neste domingo competiram Ruy Fonseca, que teve o melhor desempenho do time, com 46,80, e Marcio Jorge Carvalho, que perdeu 50,00 pontos.

Como o pior resultado é descartado, o Brasil tem 144,10 pontos perdidos, bastante distante da Austrália, que tem 126,40 e é a última equipe dentro da zona de medalhas. No cross country e nos saltos, o total de pontos perdidos é menor. Para brigar por um bronze, o Brasil precisaria de um desempenho perfeito nos dois próximos dias.

Na competição individual, Ruy Fonseca está empatado em 26º, enquanto Carlos Parro aparece em 33º. Mark Todd, bicampeão olímpico pela Nova Zelândia e técnico da seleção brasileira, também está competindo. Ele vai melhor que os pupilos, em 17º lugar.

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