Mike Blake/Reuters
Mike Blake/Reuters

Brasil sobe no quadro de medalhas com ouro de Rebeca Andrade e EUA passam Japão nos Jogos de Tóquio

País festeja agora dois campeões olímpicos e chega à 10ª conquista somando ainda os bronzes de Bruno Fratus, na natação, e da dupla feminina de tênis Luísa Stefani e Laura Pigissi

Redação, O Estado de S.Paulo

01 de agosto de 2021 | 13h42

O ouro de Rebeca Andrade na ginástica artística fez o Brasil subir no quadro de medalhas no fim deste domingo no Japão. O País saltou para a 17º colocação, na cola de Canadá, Suíça e Croácia. Agora, o Time Brasil soma dez pódios nos Jogos de Tóquio, sendo dois deles de ouro, três de prata e cinco de bronze. Lembrando que a meta do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é chegar às 20 conquistas. Faltam dez ainda. Além de Rebeca, o outro ouro foi do surfista Italo Ferreira, que já voltou para o Brasil e se prepara para retomar os treinos visando o Mundial de Surfe.

Outra medalha festejada pelo Brasil foi o bronze de Bruno Fratus nos 50m livre. O nadador fez ótima prova e por pouco, mas bem pouco mesmo, não festeja a prata. Ele nadou no tempo de 21s57. O ouro ficou com o americano Caeleb Dressel, novo recordista olímpico, com 21s07, batendo a marca de 21s30 que era de Cesar Cielo desde Pequim-2008. O francês Florent Manaudou foi prata, com 21s55.

O quadro de medalhas teve ainda mudanças na ordem dos primeiros colocados, com os Estados Unidos passando o anfitrião Japão. A natação deu aos americanos conquistas importantes com Dresser e Ledecky. Os EUA subiram para segundo lugar, com 20 medalhas de ouro contra 17 dos japoneses. Aos todo, o time americano tem 59 pódios, mais do que qualquer outro em Tóquio, mesmo até do que a China, com 50. Ocorre que os chineses ainda lideram o quadro porque somam 23 ouros - três a mais do que os EUA e seis em relação ao Japão.

Outra novidade no ranking das medalhas após as provas deste domingo foi o desempenho dos australianos, que tomaram a quarta posição dos Atletas Russos, agora em quinto. A Austrália tem duas medalhas de ouro a mais do que os russos.

Quem também subiu de posto foi a Itália, com o ouro na corrida do homem mais rápido do mundo, a prova dos 100m rasos. Marcell Jacobs terminou a disputa em 9s80, na primeira colocação, ocupando agora o posto que era do jamaicano Usain Bolt. Ele será reverenciado por isso até a Olimpíada de Paris, em 2024. A Itália ocupa a nona posição, com quatro medalhas de ouro e 27 no total. Há 76 países premiados nos Jogos de Tóquio.

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