Tony Gentile/ Reuters
Tony Gentile/ Reuters

Brasil vai mal na estreia do CCE e fica longe da briga por medalhas no hipismo

Entre 12 times, equipe do País fica com a 10ª colocação

Demétrio Vecchioli, Estadão Conteúdo

06 de agosto de 2016 | 18h57

O Brasil tinha esperanças de conquistar uma medalha por equipes no CCE (Conjunto Completo de Equitação), mas deverá ter de mudar os planos. Após o primeiro dia das competições de adestramento, que continuam no domingo, o País é só o 10.º colocado entre 12 times, ficando à frente de Itália e Holanda, apenas.

Já se apresentaram Marcio Appel (montando Iberon Jmen) e Carlos Parro (com Summon Up The Blood), que perderam, respectivamente, 57,20 e 47,30 pontos. Quanto mais perto do zero, nesse caso, é melhor. Com os resultados somados, o Brasil tem 104,5 pontos perdidos. Em terceiro, a Grã-Bretanha tem 84,20.

Neste domingo, se apresentam os dois melhores conjuntos brasileiros, com Ruy Fonseca (Tom Bombadill) e Marcio Carvalho Jorge (Lissy Mac). O resultado no adestramento é fundamental na classificação final porque é esta a prova que tira mais pontos. No cross country e nos saltos é possível zerar. Essas etapas serão, respectivamente, segunda e terça-feira.

Na competição individual, o Brasil já sabia de antemão que não brigaria por medalhas, pelo menos não com seus cavaleiros. Parro é 16.º e Appel o 28.º entre 33 conjuntos que já se apresentaram. A torcida brasileira é por Mark Todd, que aparece em sétimo. Neozelandês e bicampeão olímpico, ele é o técnico da equipe verde-amarela.

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