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Caçula da ginástica, Carolyne Pedro vai a três finais na Croácia

Brasileira busca medalha nas barras, trave e solo

Estadão Conteúdo

29 de abril de 2016 | 16h23

Após falhar em suas apresentações no solo e na trave no Pré-Olímpico, há duas semanas, Carolyne Pedro, a caçula da seleção brasileira de ginástica artística, conseguiu se classificar para a final desses dois aparelhos na etapa de Osijek (Croácia) da Copa do Mundo, nesta sexta-feira. Na quinta, já havia se classificado também nas barras assimétricas.

Assim como na véspera, nesta sexta Carolyne também não teve uma atuação de encher os olhos, mas fez o suficiente para ir à final com a sétima melhor nota em ambos os aparelhos. Somou 13,200 na trave (contra 12,466 no Pré-Olímpico) e 13,300 no solo (contra 12,300 no Pré-Olímpico).

A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) está usando essa etapa em Osijek para testar alguns ginastas que não são favoritos, mas correm por fora para estar os cinco convocados das equipes masculina e feminina para os Jogos do Rio. Ao menos nas eliminatórias, Carolyne, de 15 anos, não mostrou resultados para desbancar Jade Barbosa, Daniele Hypolito, Lorrane Oliveira, Flávia Saraiva e Rebeca Andrade.

Milena Theodoro, reserva no Pré-Olímpico, foi ainda pior. Nesta sexta, ficou em 14.º na trave (nota 12,000) e não competiu no solo. Na quinta, já havia terminado em 11.º nas barras paralelas assimétricas (12,050).

Entre os homens, o Brasil não fará nenhuma final. Péricles Silva acabou em nono nas barras paralelas (14,100) e também na barra fixa (13,350). Na quinta, ficou em 17.º no cavalo com alças (13,100) e nas argolas (13,500). Generalista - atleta que se destaca na soma dos seis aparelhos -, ele tenta cavar lugar na equipe olímpica do Brasil.

Ao menos se saiu melhor que Pétrix Barbosa, 24.º nas paralelas (12,800), 12.º na barra fixa (12,900), 27.º nas argolas (12,100) e 10.º no cavalo com alças (13,900). Na comparação com Péricles, foi 2,305 pior, afastando-se ainda mais do Rio-2016.

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