Campeão da NFL, jogador se afasta do Patriots para tentar Olimpíada no rúgbi

O futebol americano não tem planos de entrar no programa olímpico, mas isso não significa que atletas da modalidade não possam sonhar com os Jogos do Rio. Nesta terça-feira, Nate Ebner, safety do New England Patriots, anunciou que pediu licença da franquia de Boston para se dedicar à participação na Olimpíada pela seleção norte-americana de rúgbi sevens.

Estadão Conteúdo

15 de março de 2016 | 19h53

Ainda que as duas modalidades pareçam similares, elas têm regras muito diferentes do ponto de vista ofensivo. Mas, para os defensores como Ebner, o trabalho é muito parecido. Tanto que ele foi jogador de rúgbi sevens durante a carreira universitária, mais jovem a defender a seleção norte-americana, e depois foi recrutado para jogar a NFL.

Com 57 partidas pela chamada equipe especial do Patriots (a formação que entra em campo para defender um retorno), Ebner virou agente livre ao fim da temporada passada, quando ajudou a levar o time ao Super Bowl, e assinou novo contrato nesta terça-feira. O Patriots, entretanto, aceitou liberá-lo para a seleção de rúgbi que disputará a Olimpíada em agosto. A temporada regular da NFL, afinal, começa só em 8 de setembro.

"Primeiro de tudo, quero agradecer ao Patriots, por me permitir a jogar na equipe. Também quero agradecer a eles e à federação de rúgbi por me dar a oportunidade de realizar um sonho que tenho desde criança, em um esporte pelo qual sempre fui apaixonado", disse Ebner em comunicado.

Os EUA têm alguma grande tradição no rúgbi sevens, modalidade que estreia no programa olímpico no Rio-2016 e sobraram no Pré-Olímpico das América do Norte e Central. Atualmente, ocupam o quinto lugar o ranking do World Series (espécie de Circuito Mundial), atrás de Fiji, África do Sul, Nova Zelândia e Austrália. O Brasil só disputou a etapa do Canadá, no fim de semana passada, ficando em último lugar entre 16 equipes.

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