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Campeão olímpico da natação, Lochte é alvo de assalto no Rio

Nadador norte-americano teria sofrido o incidente ao deixar uma festa

Jamil Chade e Luciana Nunes Leal, O Estado de S.Paulo

14 Agosto 2016 | 11h55

Uma das maiores estrelas dos Jogos do Rio, Ryan Lochte, foi alvo de um assalto a mão armada na noite de sábado. O nadador americano que venceu o revezamento 4x200m teria sofrido o incidente ao deixar uma festa no Rio de Janeiro e que teria sido convidado pelo nadador brasileiro Thiago Pereira. 

Nesta manhã, o Comitê Rio-2016 confirmou o incidente. Mas não garantia que tivesse ocorrido com uma arma. "Recebemos essas informações, mas de uma forma vaga. Houve realmente um incidente. Mas aguardamos ainda por maiores informações. Não temos detalhes", disse Mario Andrada, diretor de Comunicação da Rio-2016.

A delegação americana já indicou que o nadador não está ferido, mas apenas "muito assustado". Ele estaria com outros três nadadores dos EUA. Horas depois, os americanos confirmaram o assalto, ocorrido quando os atletas saíam de uma festa perto da Lagoa Rodrigo de Freitas. 

O táxi em que estavam foi alvo de um assalto por homens que se disfarçaram de policiais. A carteira de Lochte foi levada. Mas ele não foi ferido. Os incidentes de assaltos e roubos tem assustado delegações estrangeiras, que têm exigido proteção extra em alguns dos trajetos. Mario Andrada, diretor de Comunicações da Rio-2016, havia dito no início do evento que a cidade carioca seria "o local mais seguro do mundo".

Polícia diz não ter sido comunicada 

As Polícias Civil e Militar informaram neste domingo que não receberam qualquer comunicação sobre o assalto sofrido no Rio pelo nadador americano Ryan Lochte, medalhista olímpico.

Em nota distribuída na tarde deste domingo, a Polícia Civil informou que abriu inquérito para investigar o assalto sofrido por nadadores americanos, entre os quais o campeão olímpico Ryan Lochte. Segundo a polícia, os atletas serão ouvidos “para prestar mais detalhes do crime”.

O inquérito foi aberto apesar de a polícia não ter recebido nenhuma comunicação do crime por parte das vítimas. Segundo a polícia, a investigação foi aberta com base nas notícias publicadas sobre o caso. A assessoria da imprensa da Polícia Militar informou, também por meio de nota, que “não foi acionada para esta ocorrência”. 

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