CBDA anuncia índices duríssimos para primeiro Mundial depois do Rio-2016

Confederação já visa aumentar nível do próximo ciclo olímpico

Estadão Conteúdo

22 de julho de 2016 | 14h27

Se, para levar a maior delegação possível aos Jogos Olímpicos do Rio, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) adotou os índices mais fracos possíveis, a postura visando o próximo ciclo olímpico já mudou. Nesta sexta, a entidade anunciou que vai cobrar índices fortíssimos para montar a delegação que vai ao Mundial de Piscina Curta, em dezembro, no Canadá.

O parâmetro é o quinto lugar das provas individuais do último Mundial em Piscina Curta, realizado em Doha, no Catar, em dezembro de 2014. Nos 100m livre, por exemplo, a CBDA exige 46s66, equivalente ao 10.º lugar do ranking mundial de 2014 - no ano passado a temporada em piscina de 25 metros não foi relevante. Nos 50m livre, por sua vez, a exigência é pela marca de 20s97, equivalente ao sétimo tempo do ranking.

Para montar a delegação que vai a Windson, a CBDA vai levar em consideração apenas os tempos obtidos pelos nadadores brasileiros no Troféu José Finkel, marcado para acontecer de 12 a 17 de setembro, em Santos (SP). Caso menos do que 16 brasileiros obtenham índice, a CBDA vai complementar as vagas a partir de índices técnicos.

O Mundial de Piscina Curta pode marcar o retorno de Cesar Cielo à seleção brasileira de natação, depois de ele ficar fora da Olimpíada do Rio. Em Doha, o astro ganhou três medalhas de ouro e duas de bronze. Ganhou os 100m livre e ficou em terceiro nos 50m livre.

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