Heitor Vilela/COB
Heitor Vilela/COB

COB inicia preparação de gestores visando Pan-2015 e Rio-2016

Curso tem duração de 26 meses, formando líderes para as delegações brasileiras nas disputas do Pan e da Olimpíada

Estadão Conteúdo

10 de dezembro de 2014 | 17h13

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) iniciou nesta semana a preparação de gestores esportivos para liderar as equipes brasileiras nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no próximo ano, e na Olimpíada do Rio, em 2016. Nesta terça e quarta-feira, os futuros líderes do esporte nacional começaram a participar do Curso de Capacitação de Chefes de Equipe (CCCE), no Rio de Janeiro.

O curso, que tem duração de 26 meses e prevê oito encontros presenciais até novembro de 2016, vai ajudar na capacitação dos gestores, que têm por função planejar, organizar, promover e avaliar a participação das delegações esportivas do País nas principais competições do ciclo olímpico, a ser finalizado com a realização da Olimpíada do Rio.

"Os Chefes de Equipe são profissionais fundamentais no processo de planejamento e operação da participação de cada modalidade esportiva em uma Missão. A proposta deste curso é mostrar a eles a responsabilidade deste cargo. O Chefe de Equipe não é convidado para integrar uma Missão, ele é convocado. Eles são a ligação com os atletas e por isso têm um papel essencial dentro de uma Missão Olímpica", explicou Marcus Vinicius Freire, diretor executivo de esportes do COB e chefe da Missão Brasileira em três Olimpíadas e três Pan-americanos.

"Para o COB, é de extrema importância a capacitação dos Chefes de Equipe pela relevância e impacto da atuação desses profissionais no desempenho de seus respectivos atletas. Nós estamos buscando profissionalizar ao máximo esta atividade", disse Augusto Heleno, diretor executivo do Instituto Olímpico Brasileiro.

Um dos futuros gestores do COB, o ex-jogador de vôlei de praia Franco Neto exaltou a iniciativa. "Eu, que tive a experiência olímpica como atleta, sentia bastante falta deste apoio, desta preparação e capacitação de gestores. Fazer parte de algo que não tive como atleta é motivo de orgulho. Está sendo emocionante, porque já dá para sentir um clima olímpico, desta vez contribuindo para que o atleta possa atingir o seu máximo e conquistar o que a gente sempre espera, a medalha", declarou o atual gerente de seleções de vôlei de praia da Confederação Brasileira de Vôlei.

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