COI ajuda refugiados com potencial para os Jogos Olímpicos do Rio

Entidade prestará assistência econômica e técnica aos atletas

EFE

11 de dezembro de 2015 | 11h49

Uma nadadora síria na Alemanha, um judoca congolês no Brasil e uma atleta do taekwondo iraniana na Bélgica são os três primeiros refugiados identificados pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) como potenciais candidatos aos Jogos Olímpicos do Rio, dentro de uma campanha de ajuda aos esportistas que foram obrigados a deixar seus países.

Com a ajuda de seus comitês olímpicos nacionais, o COI começou a fazer um acompanhamento destes atletas, aos quais prestará assistência econômica e técnica mediante os programas de Solidariedade Olímpica. As respectivas federações internacionais avaliarão se o nível destes atletas é suficiente para se classificar para a Olimpíada de 2016.

"O COI fará todo o possível para apoiar estes atletas de alto nível que se encontram em situação de refugiados", afirmou o espanhol Pere Miró, diretor-adjunto do organismo internacional. O COI criou neste ano um fundo de US$ 2 milhões para programas de ajuda aos refugiados. Mais de 15 comitês olímpicos nacionais já fizeram uso de parte desses recursos. 

 

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