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William West/AFP
William West/AFP

'Com garantias', Guiné volta atrás e vai mandar delegação para a Olimpíada

País da África Ocidental havia desistido da disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio para preservar a saúde de seus atletas

Redação, Estadão Conteúdo

22 de julho de 2021 | 17h38

Não durou nem 24 horas a decisão de Guiné em desistir da disputa dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Horas depois de alegar que não estaria na competição para preservar a saúde de seus atletas, o país africano voltou atrás ao "receber garantias" do Comitê Olímpico Internacional (COI) e agora vai mandar a delegação para o Japão.

Jornalistas do país da África Ocidental acusaram, porém, que a medida vinha por problemas financeiros e não havia nenhuma relação com o medo da pandemia de covid-19.

O primeiro ministro dos Esportes de Guiné, Sanoussy Bantama Sow, não entrou em polêmica e apenas divulgou uma nota para informar a mudança repentina de decisão. Na madrugada desta quinta-feira do Brasil, tarde no Japão, o país estava fora da Olimpíada. Agora, madrugada na Ásia, a delegação se prepara novamente para participar de seu 12.º Jogos Olímpicos da história.

"O governo, após obter garantias das autoridades sanitárias, deu um parecer favorável à participação dos nossos atletas nas Olimpíadas de Tóquio", escreveu Sow em um comunicado oficial.

Antes, havia comunicado com tristeza a ausência na competição. "Preocupado em proteger a saúde dos atletas guineenses, o governo decidiu com pesar cancelar a participação de Guiné nas Olimpíadas de Tóquio", havia escrito Sow.

A expectativa, agora, é que o país consiga buscar a primeira medalha de sua história. Serão cinco atletas na disputa de quatro modalidades: luta livre, judô, natação e atletismo.

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