Tomaz Silva/Agência Brasil
Tomaz Silva/Agência Brasil

Comitê Rio 2016 diz que vai trocar de medalhas descascadas

Nadador paralímpico Daniel Dias é um dos competidores com medalhas descascadas

Marcio Dolzan, Rio de Janeiro, O Estado de S.Paulo

14 Outubro 2016 | 16h56

Menos de dois meses após o término dos Jogos Olímpicos do Rio-2016, o comitê organizador dos Jogos tem recebido reclamações de alguns dos medalhistas olímpicos. O motivo: algumas medalhas, que foram produzidas pela Casa da Moeda do Brasil, estão descascando.

Segundo o Comitê Rio-2016, o número de medalhas que tem apresentado problemas não chega a 2% - seriam pouco mais de 50. A entidade ressaltou que as falhas só têm sido registradas nas medalhas de prata e bronze.

O comitê informou ainda que o problema “já foi visto em outras edições dos Jogos”, mas admitiu que isso não poderia ocorrer. A entidade reiterou que não existe um recall de medalhas, mas todos os atletas que tiveram o problema podem solicitar ou a troca da medalha ou o conserto delas.

A produção das medalhas olímpicas durou mais de um ano. Cada uma delas levou, em média, 48 horas para ficar pronta. O prazo incluiu desde o processo de fundição do material até a aplicação de um verniz quando ela ficava totalmente pronta.  O material foi aplicado para garantir que as medalhas mantivessem a sua característica original, principalmente de cor, durante muitos anos.

Procurada, a Casa da Moeda do Brasil, responsável pela confecção das medalhas, não havia se manifestado até o fim da tarde desta sexta-feira.

 

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