Divulgação
Divulgação

Conheça as histórias de superação dos condutores da tocha

'Heróis' do esporte brasileiro serão homenageados no revezamento

O Estado de S. Paulo

26 de maio de 2016 | 07h00

Cada um tem sua história. Todos se superaram de alguma forma para romper com suas limitações e atingir seus objetivos. Eles vão ter a honra de carregar a tocha e entrar para a história dos Jogos do Rio, por intermédio de uma campanha feita pelo Bradesco.

Confira a história de verdadeiros heróis do esporte brasileiro. Eles são a prova de que com boa vontade e apoio é possível formar vencedores não só nas quadras, piscinas e pistas, mas principalmente na sociedade brasileira.

28.05 – Aracaju (SE)

Maria Gilda dos Santos

Um exemplo de superação. Campeã de 5, 10 e 21 quilômetros como cadeirante, tem vários títulos em provas nos campeonatos em São Paulo. Estudante do sétimo período de Educação Física, descobriu o badminton, esporte a que se adaptou muito bem e em pouco tempo foi campeã do campeonato nacional de parabadminton na dupla mista e vice-campeã no individual. Classificou-se para ir a Londres representar o Brasil nos Jogos Mundiais de parabadminton. 

29.05 - Maceió (AL)

Darlan Ferreira de Oliveira

Ex-jogador de basquete, Darlan atuou nas quadras por 13 anos, defendendo diversas equipes, seleções estaduais (alagoana e paulista) e a seleção brasileira juvenil. Ele é o maior ídolo e inspiração para os jovens da cidade.

30.05 - Guaranhus (PE)

Carlos Tevano Simplício do Amaral

Tem trajetória no judô como atleta e técnico, conquistando títulos nacionais e internacionais. Hoje, aos 49 anos, possui uma vitalidade admirável, competindo na categoria sênior. Ele também faz trabalhos sociais, buscando resgatar vidas dos vícios.

31.05 - Recife (PE)

Roseane Ferreira dos Santos

Natural de Recife, Roseane Ferreira da Silva, conhecida como Rosinha, viu sua vida mudar em 1990 ao sofrer um acidente de carro que resultou na amputação da sua perna esquerda. Desde então, Rosinha passou a trabalhar como empregada doméstica.

Em 1997, Francisco Raimundo Matias, seu ex-treinador, estava passando de carro e a viu na rua. Perguntou se ela gostaria de ser atleta, convidando-a se juntar ao movimento paralímpico. 

Em 2000, nas Paralimpíadas de Sydney, Rosinha conquistou a medalha de ouro e quebrou o recorde mundial no arremesso de peso e também no lançamento de disco.

Outro momento marcante na vida da Rosinha aconteceu em 2014, quando foi diagnosticada com câncer na garganta. Ela passou por uma cirurgia seguida de quimioterapia, venceu a doença e voltou a competir em 2015. Durante esses anos, continuou batendo os recordes brasileiros e mundiais em várias competições.

09.06. – Granja (CE)

Márcio Henrique Barbosa Araújo

Márcio Henrique foi campeão do mundo de vôlei de praia em 2005, em Berlim, e tetra campeão brasileiro. Tem 103 títulos conquistados, com cerca de 1600 vitórias. Participou de duas Olimpíadas e ganhou uma medalha de prata em Pequim-2008. É cearense e atleta atuante da seleção brasileira de vôlei de praia, sendo o terceiro maior vitorioso da história do Brasil na modalidade.

21.06 - Rio Branco (AC)

Dario Marcondes do Amaral

Esgrimista há 40 anos, Dario foi atleta olímpico (Helsinque 1952 e México 1968), campeão pan-americano, sul-americano e brasileiro. Também foi técnico da seleção brasileira de esgrima. Hoje reside em Rio Branco, tem 83 anos, frequenta academia, dirige, é perfeitamente lúcido e mantém a esgrima como grande paixão de sua vida.

É um exemplo de dedicação ao esporte, pois o praticou em uma época em que ninguém sequer sabia o que era esgrima. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.