Coringa na seleção brasileira, Gabriel diz que atuará onde Micale achar melhor

Atacante do Santos espera que time jogue de forma ofensiva

Estadão Conteúdo

18 de julho de 2016 | 16h19

O atacante Gabriel optou por não dizer em qual setor do campo prefere atuar. Preocupado em ser titular da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio, ele afirmou que jogará onde o técnico Rogério Micale achar melhor.

"No Santos, já joguei de meia, atacante, centroavante... Então, não tem problema algum jogar em outro lugar. Ele (Micale) sabe muito bem disso. Já me usou em várias posições na seleção e acho que o nosso grupo é muito bom, tem grandes jogadores e a gente vai fazer um grande campeonato", comentou o jogador em entrevista ao site oficial da CBF.

Na inscrição para os Jogos Olímpicos, Gabriel recebeu a camisa 9, um indicativo de que Micale deve aproveitá-lo como centroavante. Neymar usará a 10 e Gabriel Jesus, a 11. O provável titular do ataque pediu apenas uma equipe ofensiva. "Temos que jogar pra frente, jogar para cima, com muita alegria", pediu.

Com apenas 19 anos, Gabriel tem boa experiência na seleção. Já participou dos times sub-17, sub-20 e agora no sub-23 disputará a Olimpíada. O atacante também esteve com o elenco na vexatória campanha na última Copa América Centenário, no mês passado, nos Estados Unidos, onde a equipe nacional foi eliminada na primeira fase e ocasionou a demissão do técnico Dunga.

"Estou muito feliz e ansioso pela Olimpíada. Vai ser um marco muito grande se a gente ganhar. É um título que ninguém conquistou. A gente tem que ter muita calma, trabalhar bastante e, se ganhar, vai ser um sonho realizado", disse.

Gabriel também se mostrou animado por voltar a atuar ao lado de Neymar. Quando subiu para o profissional do Santos, ele teve pouco tempo ao lado do companheiro, que logo foi negociado para o Barcelona. "Foi muito rápida a nossa dupla no Santos, então estou muito feliz com essa oportunidade."

A seleção brasileira estreia na Olimpíada em 4 de agosto, às 16 horas, contra a África do Sul, em Brasília. Três dias depois, joga novamente na capital federal contra o Iraque, encerrando a participação na primeira fase em Salvador, contra a Dinamarca, dia 10.

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