Sérgio Castro/Estadão
Sérgio Castro/Estadão

Crianças se divertem com chutes e socos

Maioria dos alunos sequer conhecia o tae kwon do

O Estado de S. Paulo

17 de maio de 2016 | 14h53

Uma mar de crianças se espalhou pela quadra coberta da escola Padre Leonel Franca, nesta terça-feira pela manhã, durante a clínica do atleta Diogo Silva. A maioria não conhecia o taek won do, mas se divertiu durante os 70 minutos em que distribuiu no ar socos e chutes. Todos soltaram um tradicional "ahhhhh" ao final da aula do atleta olímpico.

Entre os mais de 200 alunos reunidos, Kaio, de 8 anos, foi o destaque. Apesar de jamais ter praticado uma arte marcial, o garoto demonstrou ter talento para a modalidade esportiva. "Só tinha ouvido falar de taek won do, mas gostei muito. Os exercícios são divertidos e a gente movimenta o corpo todo", afirmou o garoto, ofegante por causa dos golpes desferidos.

Outra que se divertiu bastante foi Emey, de 9 anos. Esperta, a menina não parou um segundo durante o treinamento. "Adoro lutas, mas não bato em ninguém. Gosto de levantar a perna bem alto. Olha aqui!!!", disse a menina, demonstrando o exercício. 

Juan, de 10 anos, contou que já tinha visto tae kwon do na televisão, mas que não sabia que o esporte era tão "gostoso". "O mais legal é que a cada chute a gente consegue chutar mais para cima", divertiu-se o garoto, mostrando que a cada movimento seu desempenho era melhor.

Aline, de 17 anos, ex-aluna da escola, também nunca tinha ouvido falar de tae kwon do, se divertiu muito com as amigas, durante os exercícios, mas não gosta de lutas. "Prefiro natação. Vai ser o esporte que quero ver na olimpíada."

Apesar de todo o entusiasmo dos jovens, Diogo Silva conseguiu mostrar todas as técnicas com calma, pois o comportamento do grupo foi exemplar. O silêncio no momento de cumprimentar o adversário foi notado e admirado pelos professores presentes.

Antes da parte prática, Diogo Silva fez questão de visitar todas as salas da escola para se apresentar e falar com os alunos. "Estudamos a biografia do Diogo e vimos suas lutas", disse o professor Eder.

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