Crise mundial não abala finanças do COI, diz Rogge

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, garantiu nesta quinta-feira que as finanças da entidade não sofreram abalo diante da crise econômica mundial. Assim, ele garantiu que não há risco de problemas nessa área para as próximas edições da Olimpíada.

AE-AP, Agencia Estado

30 de outubro de 2008 | 16h20

"Existe uma crise real no mundo, mas ainda é muito cedo para atingir o movimento olímpico", disse Rogge, lembrando que contratos de patrocínio e de transmissão de TV já estão fechados até 2012. Ele revelou, no entanto, uma preocupação com o momento atual. "Essa situação pode afetar as pessoas que iriam acompanhar os Jogos Olímpicos, o que pode gerar uma diminuição do público."

Rogge revelou na semana passada que irá concorrer à reeleição, em outubro de 2009, para ficar mais quatro anos na presidência do COI, cargo que ocupa desde 2001. "Se os Jogos de Pequim tivessem sido um fracasso, eu não seria candidato. Mas foram um grande sucesso, e minha motivação é continuar esse caminho que estou seguindo", afirmou o dirigente belga de 66 anos.

Tudo o que sabemos sobre:
OlimpíadaCOIJacques Rogge

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.