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Despedida de Olimpíadas é ‘início de algo novo’, diz Michael Phelps

Em sua história olímpica, conquistou 28 medalhas, sendo 23 de ouro

Ubiratan Brasil, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2016 | 05h00

“Não é o fim de uma carreira, mas o início de algo novo.” Foi assim que o agora cidadão Michael Fred Phelps II determinou o dia de ontem, o primeiro como um ex-nadador aparentemente comum – se é possível dizer isso de alguém que entrou para a história do esporte olímpico ao conquistar 28 medalhas olímpicas (23 ouros, 3 pratas e 2 bronzes). Phelps participou de uma coletiva no centro de imprensa na tarde de ontem. Voz tranquila, discurso direto, emoção controlada. “Tudo vai bem, pois essa é a forma como eu queria acabar minha carreira, diferente de quatro anos atrás.”

De fato, depois de anunciar a aposentadoria após Londres-2012, Phelps ficou dois anos longe das piscinas. Período terrível – depressivo, enfrentou problema com drogas e foi condenado a 18 meses de prisão por dirigir embriagado. Em 2014, retomou os treinos e se classificou para os Jogos do Rio, onde fez história. “Vivi aqui os momentos mais importantes da minha vida”, disse ele. “A noite passada (sábado, quando ganhou sua última medalha de ouro, no revezamento 4 x 100 m medley) foi inesquecível, não a esquecerei jamais.”

Phelps comemorou a vitória ao longo da madrugada, ao lado da família, especialmente da mulher, a modelo Nicole Johnson, e do filho Boomer que, de três meses de idade. Boomer também influenciou a decisão de Phelps em continuar trabalhando na natação após deixar as competições, passando agora seus ensinamentos para crianças.

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