Sérgio Castro/Estadão
Sérgio Castro/Estadão

Diogo Silva destaca a juventude do time de tae kwon do

Atleta está empolgado com a renovação dentro do esporte

O Estado de S. Paulo

17 de maio de 2016 | 15h05

Semifinalista em dois Jogos Olímpicos, Diogo Silva chama a atenção para a juventude doo tae kwon do brasileiro nos Jogos Olímpicos do Rio. "É um grupo que possui atletas de 20 a 25 anos. Isso é bom, pois mostra uma renovação no esporte, uma geração a mais, mas ao mesmo tempo não sabemos como eles vão se comportar."

Diogo analisa que os resultados deverão ser cobrados no futuro. "Este grupo é para buscar resultados em 2020, mas vamos ver. Pode ser que surja algo novo e coisa boa aconteça."

Diogo afirma que o fato de a olimpíada ser disputada em casa pode causar problemas para os atletas nacionais. "Alguns podem sofrer uma pressão a mais pelo fato de lutar com torcida a favor. Só vamos saber a reação deles durante a competição."

Dono de 11 conquistas internacionais em 24 anos de carreira, Diogo disse que vai torcer para o Brasil conseguir manter a tradição dos últimos Jogos. "Conseguimos três semifinais nas três últimas olimpíadas. Vamos ver se o resultado de repete."

Ao mesmo tempo, Diogo lamenta o fato de o esporte no País não ter um tratamento semelhante ao que ocorre em outros países. "Treinei na Coreia do Sul, França, Espanha e em todos eles a gente vê um trabalho em conjunto entre a escola e o governo na busca de talentos. Na Espanha, o grande legado da olimpíada de 1992 é formar atletas até hoje."

Segundo Diogo, o maior legado que os Jogos do Rio deveriam deixar é o encurtamento da relação entre os jovens e o esporte. "Desta maneira teríamos uma população e um país melhores."

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