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Dado Ruvic/ Reuters
Dado Ruvic/ Reuters

Dirigente do COI aponta avanço na economia japonesa com Jogos Olímpicos em 2021

Entre as preocupações da organização está a manutenção dos locais dos jogos, ainda em negociação

Redação, Estadao Conteudo

16 de abril de 2020 | 17h54

O australiano John Coates, presidente da Comissão de Coordenação de Tóquio 2020 e ex-vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), mostrou otimismo com a realização dos Jogos Olímpicos no ano que vem. Segundo o dirigente, as competições servirão para avançar a economia japonesa após o impacto da pandemia de coronavírus.

"O Japão estará como o restante do mundo, em uma crise econômica, talvez uma recessão, e esses Jogos são uma oportunidade muito positiva de estímulo econômico. Esses Jogos podem impulsionar a economia novamente. Podem ser o renascimento da indústria do turismo e oferecerem oportunidades para as operadoras hoteleiras e companhias aéreas. Eles obviamente fornecerão empregos, com novos eventos na primavera", disse Coates durante conferência de imprensa nesta quinta após a reunião de revisão feita por teleconferência entre o COI e os organizadores da Olimpíada.

Político, o dirigente australiano fez elogios ao primeiro-ministro japonês Shinzo Abe. "O primeiro-ministro Abe é um homem muito inteligente e não tenho dúvidas de que, quando ele propôs adiar os Jogos por um ano, tinha em mente o estímulo econômico positivo que isso proporcionaria a Tóquio e ao Japão no meio do que seria uma desaceleração. Acho que haveria muitas outras cidades e países em todo o mundo desejando uma oportunidade semelhante."

Coates revelou que a manutenção dos locais das diputas é uma outra preocupação, mas que já está sendo negociada. "Existem vários locais envolvidos, que têm contratos diferentes, e existem diferentes entidades que possuem locais. Alguns deles são entidades privadas, outros são públicos, portanto todas as situações são diferentes. Temos de analisar cada caso diferente de maneira muito elaborada e muito clara."

Coates comentou ainda que o nível da competição será mantido no mais alto padrão tanto dentro das quadras, pistas e piscinas quanto do lado de fora. "Nós já começamos a nos reunir com as federações internacionais para discutir quais são os custos adicionais para mantê-las bem. Não permitiremos que qualquer uma de nossas federações entre em colapso, nós as ajudaremos."

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