Tasso Marcelo|Estadão
Tasso Marcelo|Estadão

Duas medalhas seria ótimo

Temos um celeiro de velocistas, mas também temos excelentes atletas no nado medley – desde Ricardo Prado, e agora Thiago Pereira e Joanna Maranhão. E maratonistas nas águas abertas, uma prova recente no calendário da natação.

Fabíola Molina, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2016 | 03h00

As provas de 100 m livre chamam mais atenção, mas o Brasil sempre teve revezamentos fortes. Gustavo Borges e Xuxa foram fundamentais. Por causa deles, que ganharam medalhas, a disputa se tornou mais interessante aos brasileiros.

Um ídolo ajuda muito a trazer outros nadadores. César Cielo, por exemplo, é nosso único campeão olímpico. A prova de 100 m é veloz, mas os atletas não são tão velocistas como nos 50 m. De qualquer forma, não devemos rotular o Brasil como um país de velocistas.

As provas curtas chamam mais atenção. Isso se deve também à influência dos treinadores, que, aqui, moldam atletas para ganhar campeonatos nacionais.

Numa projeção otimista, o Brasil tem chance de cinco medalhas, mas se saírem duas seria ótimo. As apostas seriam Bruno Fratus (50 m livre), Thiago Pereira (200 m medley), João Gomes Jr. e Felipe França (100 m peito), Marcelo Chierighini (100 m livre) e o revezamento 4 x 100 m livre. Entre as mulheres, Etiene Medeiros é quem tem mais chance (100 m costas e 50 m livre).

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