Eduardo Paes afirma que reconstrução de ciclovia não será apressada

'Ciclovia não é uma obra do legado olímpico, é uma obra da cidade'

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

27 de julho de 2016 | 15h26

Durante a abertura do Rio Media Center, a ser usado por jornalistas brasileiros e estrangeiros durante a Olimpíada, na manhã desta quarta-feira, 27, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que a reconstrução da ciclovia suspensa Tim Maia, entre Leblon e São Conrado, não será apressada pela Olimpíada. Parte da estrutura cedeu no dia 21 de abril, e duas pessoas que passeavam por ali morreram, tragadas pelo mar.

"Não há nenhuma pilha ou exigência, a ciclovia não é uma obra do legado olímpico, é uma obra da cidade. Se abrir para a Olimpíada, abriu. Se não, a gente abre depois. A obra de recuperação está sendo feita com todo o cuidado", afirmou Paes.

O prefeito comentou também as falhas no sistema de cobrança do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do centro ontem, primeiro dia operação paga depois de dois meses de funcionamento gratuito. 

Máquinas de RioCard ficaram fora do ar e causaram transtorno para os passageiros no momento da validação da passagem. A fiscalização da validação está suspensa, ou seja, quem quiser viajar gratuitamente não será coibido.

"É mais um dos legados olímpicos que não tem funcionalidade para os jogos. Até que os ajustes com a cobrança sejam feitos, a fiscalização não vai acontecer. Se até a Olimpíada isso não for resolvido, não vai se cobrar, e a população continuará usufruindo desse serviço".

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