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Em 20 anos, COI quadruplica valor dos direitos de transmissão dos Jogos

Em Londres-2012, entidade faturou R$ 8 bilhões com a televisão

O Estado de S. Paulo

30 de julho de 2016 | 18h19

Em agosto, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro devem ser o evento de mais audiência na TV mundial. Em Londres, na última edição, as imagens da Olimpíada chegaram às casas de 3,6 bilhões de telespectadores. O preço dos direitos de transmissão, porém, vêm aumentando exponencialmente. Entre 1992 e 2012, a quantia a ser paga para transmitir os Jogos quadruplicou.

Em 2012, o dinheiro acumulado dos direitos de transmissão chegou a 2,5 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 8 bilhões), tornando-se a maior fonte de renda do Comitê Olímpico Internacional. Cerca de 90% deste montante são entregues a federações internacionais, comitês olímpicos nacionais e comitês organizadores dos Jogos.

Para ter uma ideia, o montante recebido de direitos de transmissão na Olimpíada de Barcelona, em 1992, foi de 636 milhões de dólares (R$ 2 bilhões na cotação atual). A cifra definitiva do Rio-2016 ainda não foi anunciada pelo COI.

A Olimpíada foi televisionada pela primeira vez na edição de Berlim-1936, mas foi transmitida apenas em circuito fechado. 24 anos depois, em Roma-1960, os Jogos Olímpicos foram televisionados ao vivo pela primeira vez.

O Comitê Olímpico Internacional também tem sua segurança financeira garantida a longo prazo por conta de um contrato firmado com a rede norte-americana NBC, que vai até 2032. Para muitos, este acordo poderia pesar na escolha da cidade sede de 2024, que é almejada por Los Angeles.

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