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Érika descarta aposentadoria e lamenta eliminação do basquete brasileiro feminino

"Vestir a camisa verde e amarela é o maior orgulho da minha vida", disse a pivô de 34 anos

Estadão Conteúdo

15 Agosto 2016 | 16h15

Depois da eliminação na primeira fase dos Jogos Olímpicos, a pivô Érika, de 34 anos, descartou uma aposentadoria da seleção brasileira feminina de basquete e afirmou que ainda pode ajudar a equipe nacional nas próximas competições.

"Já falei isso e não vou cansar de repetir: vestir a camisa verde e amarela é o maior orgulho da minha vida. De maneira alguma estou me aposentando da seleção, me sinto muito bem fisicamente e sei que tenho muita condição de jogar mais campeonatos. Estou à disposição para servir ao meu país nos jogos que estão por vir", comentou a jogadora, por meio de sua assessoria, nesta segunda-feira.

A pivô também lamentou a campanha na Olimpíada do Rio, na qual a seleção deu adeus na primeira fase com cinco derrotas em cinco jogos. Apesar do desempenho muito ruim, a jogadora exaltou o esforço de suas companheiras e comissão técnica.

"Estou muito triste. Meu maior objetivo era conseguir essa medalha. Eu estava disposta a fazer de tudo para chegar naquele pódio. Ter que me despedir tão rápido dói demais", lamentou a atleta.

Érika já deixou a Vila Olímpica e passará os próximos dias com a família, no Rio de Janeiro. Em 17 de agosto, embarcará para Chicago, nos Estados Unidos, onde se apresenta ao Chicago Sky para a continuação da temporada de 2016 da WNBA (liga norte-americana de basquete feminino).

 

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