Jack Guez/AFP
Jack Guez/AFP

Erika Miranda tenta esquecer gosto amargo e comemora bronze

'Vou me dedicar ainda mais intensamente para 2016', afirma

Estadão Conteúdo

25 Agosto 2015 | 13h33

A cara de poucos amigos que Erika Miranda mostrou durante toda a luta que lhe valeu o terceiro lugar no Mundial de Judô de Astana, no Casaquistão, inclusive depois que conquistou a vitória, deixou claro que a veterana da seleção brasileira não estava nada satisfeita com a medalha de bronze. Queria o ouro, que lhe escapou na semifinal, derrotada por um golpe a 3 segundos do fim de uma luta à qual vencia.

Em declarações publicadas pelo site da Confederação Brasileira de Judô, Erika tentou minimizar o sabor amargo da medalha de bronze para festejar mais uma conquista em Campeonatos Mundiais.

"Eu queria muito o ouro, mas estamos falando de Campeonato Mundial, um campeonato fortíssimo. Acho que ruim seria sair sem medalha. Então, estou satisfeita e queria agradecer ao meu clube (o Minas Tênis Clube) e à CBJ pelo suporte para chegar onde cheguei. Hoje (terça) saí com o bronze", disse a brasiliense de 28 anos.

Já são três Mundiais seguidos com Erika no pódio, feito só superado por Mayra Aguiar, que ganha medalha há quatro edições do torneio. Mas, dessas três conquistas, nenhuma foi de ouro. Pelo segundo ano seguido, Erika fica com o bronze, e novamente depois de levar a virada na semifinal.

"É complicado, porque você vem para uma competição almejando ser campeão, e sair de uma derrota e se superar para chegar a uma vitória é complicado. Já tive essa sensação duas vezes: em Chelyabinsk (Rússia, no ano passado) e agora. Espero não ter essa sensação mais. Então, vou trabalhar, me dedicar ainda mais intensamente para 2016."

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