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Evandro e Pedro Solberg rejeitam pressão e confiam em fator casa

Dupla acredita que pressão da torcida pode ajudar os atletas brasileiros

Fábio Grellet, do Rio, O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2016 | 12h42

Em quarto lugar no ranking mundial de vôlei de praia, os brasileiros Evandro e Pedro Solberg consideram uma vantagem disputar a Olimpíada em casa. "Estamos ao lado dos nossos amigos e da torcida. A pressão que existe não é sobre nós, é sobre nossos adversários, e é boa para nós", avaliou Evandro.

Pedro concorda: "Estamos em casa, o melhor lugar do mundo para nós. É um dos lugares onde o vôlei de praia começou, a cidade mais linda do mundo", acrescentou, nesta quinta-feira.

A dupla preferiu ficar na Urca (zona sul), na unidade militar onde várias delegações brasileiras estão treinando, a se hospedar na Vila Olímpica. "É mais perto do local dos jogos (no vizinho bairro de Copacabana) e tem uma estrutura excelente", afirmou Evandro.

A parceira brasileira, que disputa sua primeira Olimpíada, vai estrear no dia 7, às 17h30, contra os cubanos Diaz e González. "Jogamos uma vez contra eles, na Copa do Mundo, e ganhamos, mas é uma dupla muito forte e será um jogo difícil. É importante estrearmos bem, com vitória, mas precisamos respeitar", afirmou Pedro.

Para Evandro, um eventual confronto com a outra dupla brasileira, Alison e Bruno Schmidt, não deve concentrar atenções agora. Se ganharem todos os jogos, eles se enfrentarão na semifinal. "Não adianta pensarmos agora lá na frente. Tem que ser jogo por jogo, por isso agora é hora de pensar nos cubanos".

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