Nilton Fukuda/Estadão
Nilton Fukuda/Estadão

Ex-armadora não bota fé na seleção de Barbosa

Branca, vice-campeã olímpica em Atlanta-96, não deposita grande esperança na seleção feminina nos Jogos do Rio

Alessandro Lucchetti, O Estado de S. Paulo

25 de abril de 2016 | 21h32

Branca, integrante da seleção brasileira de basquete que foi vice-campeã olímpica nos Jogos de Atlanta-96, não alimenta muita expectativa em torno da equipe comandada por Antônio Carlos Barbosa nos Jogos do Rio. "Estamos às vésperas do Pré-Olímpico Mundial (da França, em junho). Outras equipes já classificadas estão treinando. O que posso dizer de uma seleção que não está treinando, não está junta, não está jogando?", diz a ex-armadora, que foi uma ácida comentarista de basquete na década passada, trabalhando para a ESPN Brasil.

Aos 50 anos de idade, Maria Angélica Gonçalves da Silva teve sua carreira de treinadora abreviada por uma demissão. Ela atuou durante 11 meses em Americana em 2010. Nesse período, foi vice-campeã estadual e do Campeonato Nacional. "Eu desejo atuar novamente nessa função. Uma hora a porta se abre", afirma a ex-armadora, que hoje trabalha na formatação de projetos que buscam recursos oferecidos pela Lei de Incentivo ao Esporte.

Quanto a sua participação no Esporte em Ação, Branca diz que é voluntária sempre que a proposta for difundir o esporte. "Deveria haver outros projetos assim, levados a cabo pelo Governo Federal, secretaria estadual e municipal de esporte. Você vê como as crianças ficam entusiasmadas. Eu faço minha parte e estarei presente se for chamada, havendo ou não cachê".

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