AFP/ William West
AFP/ William West

Ex-parceiro de Scheidt, Bruno Prada pede velejador 'agressivo' em luta por bronze

Velejador brasileiro briga por sua sexta medalha em Olimpíadas

Clarissa Thomé, enviada especial ao Rio, Estadão Conteúdo

14 de agosto de 2016 | 16h35

Bruno Prada, ex-parceiro de Robert Scheidt na classe Star, disse neste domingo que o brasileiro terá de ser "mais agressivo" na sua estratégia para ganhar o bronze, máximo objetivo que poderá alcançar nesta segunda-feira, no dia da medal race da classe Star da vela dos Jogos Olímpicos do Rio.

"Para ele não faz diferença ser o quarto ou o décimo. Ele tem que arriscar", afirmou o velejador, que ganhou prata na Olimpíada de Pequim, em 2008, e bronze na de Londres, em 2012, nesta modalidade.

Para Prada, que é comentarista das regatas na Marina da Glória, Scheidt optou por largar um pouco mais atrás de seus concorrentes apostando em uma estratégia que talvez não tenha funcionado no sábado, quando foram realizadas as últimas regatas da Star antes da medal race. "Ele faz isso porque sempre foi muito rápido. Mas o esporte evoluiu nesses quatro anos e tem 15 ou 20 com essa mesma velocidade. O erro dele foi ter sido muito conservador. Ele precisa ser mais agressivo na largada; largar mais perto das extremidades e mais perto do limite", avaliou.

Sem conseguir o desempenho que esperava nas últimas regatas da Star, Scheidt brigará para conquistar a sua sexta medalha olímpica e depende de uma combinação de resultados envolvendo seus adversários para subir ao pódio. Ele tem 87 pontos perdidos - está a 30 do croata Tonci Stipanovic, a 20 do australiano Tom Burton, e a dez do neozelandês Sam Meech, que ocupam as três primeiras posições.

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