Exército vermelho exige ficar com o primeiro lugar na classificação

Com dinheiro e 1,3 bilhão de pessoas, China não admite ficar atrás dos norte-americanos

Wilson Baldini Jr., O Estado de S.Paulo

28 de janeiro de 2016 | 07h00

De acordo com um estudo feito pelo Comitê Olímpico Australiano, a China está no caminho certo para retornar ao topo do quadro de medalhas nos Jogos Olímpicos do Rio, superando Estados Unidos e Rússia, como fez na disputa que foi a anfitriã em 2008.

O estudo realizado anualmente analisa os resultados em eventos olímpicos, campeonatos mundiais e outras competições internacionais por onde desfilam os maiores atletas da atualidade.

E este levantamento coloca a China com possíveis 39 medalhas de ouro, contra 35 dos Estados Unidos, 25 da Rússia e 18 da delegação japonesa.

Parece lógico que os chineses vão brigar ouro a ouro com os norte-americanos, duelo que vem ocorrendo desde Atenas-2004, mas ainda restam torneios pré-olímpicos que podem mudar a previsão dos australianos.

O que não muda é o favoritismo chinês em algumas modalidades, como nos saltos ornamentais, ginástica, tênis de mesa, badminton e halterofilismo.

Além disso, é sempre imprevisível saber o que uma população de 1,3 bilhão de pessoas pode formar nos quatro anos que separam a realização dos Jogos.

Todo este poderio humano é apoiado pela segunda maior economia do mundo e por um planejamento esportivo que dá condições para a criação de bons atletas em quase todas as modalidades em pouco tempo.

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