Michael Steele/ Divulgação
Michael Steele/ Divulgação

Fabiana Murer projeta 'constância' em etapas da Diamond League

'O importante é o que virá depois, a Olimpíada', afirma a atleta

Estadão Conteúdo

14 de julho de 2016 | 18h08

Após registrar a melhor marca do mundo nesta temporada no salto com vara, Fabiana Murer quer manter a "constância" nas últimas duas competições antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ela vai disputar as etapas de Mônaco e Londres da tradicional Diamond League nesta sexta-feira e no próximo sábado, dia 23, respectivamente.

"Acabo de conseguir um bom resultado e as duas próximas competições vão servir para ganhar mais confiança. Claro que vou tentar fazer uma boa marca, mas quero ganhar constância nos saltos e na técnica, porque o importante é o que virá depois, a Olimpíada", afirma Murer, que cravou 4,87 metros no Troféu Brasil, em São Bernardo do Campo, na semana passada.

Com o resultado, ela assumiu a liderança do ranking mundial neste ano. Também obteve sua melhor marca da carreira e quebrou o recorde sul-americano. São estes feitos que renovam a confiança da atleta antes de enfrentar suas maiores rivais nas próximas etapas da Diamond League.

"São duas competições preparatórias, mas vão ser muito fortes. Todo mundo vai participar porque são provas muito boas. É sempre bom saltar em Mônaco, é um lugar que eu gosto e de onde tenho boas recordações. Londres é um bom lugar também, mas depende muito do clima", comenta.

Independente dos resultados que tiver nestas etapas, a saltadora já definiu seu planejamento nas semanas que antecedem a Olimpíada. "Após retornar da Europa, ainda tenho três semanas de treino. Vou fazer dez dias mais fortes, que serão importantes para retomar um pouco da parte física. Entre Mônaco e Londres, só vou manter a preparação. Depois vou soltar o treinamento, para chegar bem descansada no Rio", revela.

"Fico treinando em São Caetano do Sul, onde tenho todas as condições que preciso para treinar com tranquilidade. E vou ficar na minha casa, comendo o que sempre como, mantendo a minha rotina. Vou para o Rio somente quando puder entrar na Vila de Atletas, que é três dias antes da minha prova", explica Murer, uma das únicas esperanças de medalha do Brasil no atletismo.

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