Falta de vento adia regatas na Baía de Guanabara no Rio-2016

A falta de ventos voltou a atrapalhar a programação da vela na Olimpíada do Rio de Janeiro. Sem condições adequadas na Baía de Guanabara, as duas regatas marcadas para esta quarta-feira foram adiadas para quinta, quando a modalidade deverá ser encerrada nestes Jogos.

Agência Estado, Estadão Conteúdo

17 Agosto 2016 | 20h23

Estavam programadas para esta quarta a medal race das classes 470 masculina e feminina. O Brasil não tem chances de medalha no masculino porque Henrique Haddad e Bruno Bethlem não avançaram à medal race. A parceria brasileira ficou apenas na 23ª colocação, entre 26 duplas de competidores.

Mas poderá sonhar com pódio no feminino, com Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan. Elas estão em 8º geral e entraram na medal race. As chances, porém, são remotas.

Além destas duas classes, a agenda desta quinta-feira terão também a regatas finais da 49er e 49er FX. Na primeira, Marco Grael e Gabriel Borges não foram classificados para a medal race.

Por outro lado, Martine Grael e Kahena Kunze são a grande chance de ouro para o Brasil na modalidade. Elas chegaram à medal race empatadas com as espanholas Tamara Echegoyen e Berta Betanzos e com as dinamarquesas Jena Hansen e Katya Salkov-Iversen. As três duplas têm 46 pontos perdidos.

Pelo sistema de desempate, as brasileiras estão em segundo, atrás das espanholas. As neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech estão em quarto, com 47. Molly é irmã de Sam Meech, o velejador da Laser que ficou com o bronze na disputa com Robert Scheidt.

As quatro regatas devem encerrar a participação da vela no Rio-2016 nesta quinta, caso o tempo ajude. Se o vento não contribuir para a disputa, as baterias decisivas serão adiadas para a sexta-feira.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.