Fifa critica idéia do fim do revezamento da tocha olímpica

Blatter: 'se a tocha olímpica não pode viajar pelo mundo, é porque o mundo está mal'

EFE

20 de abril de 2008 | 14h24

O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, criticou hoje os protestos contra os Jogos Olímpicos de Pequim 2008 e contra a passagem da tocha por cidades de todo o planeta, afirmando que, se a chama tem problemas para viajar, "é porque o mundo está mal".   Veja também: O trajeto completo do revezamento da tocha pelo mundo  Os protestos e a ligação histórica com os Jogos Olímpicos   "A tocha representa o espírito olímpico e, se não pode viajar pelo mundo, é que algo está mal no mundo, não na tocha", criticou Blatter em entrevista coletiva em Pequim, onde participou hoje do sorteio de grupos para a competição de futebol em Pequim 2008.   O suíço acrescentou que a Fifa "não aplica a filosofia do boicote a nenhuma competição", e expressou o desejo de que os atletas viajem a Pequim para competir, não para protestar.   Quanto aos jogadores em particular, o presidente da Fifa disse que não causa preocupação trazê-los a Pequim para competir, e que tem "certeza de que os Jogos Olímpicos serão um sucesso".   Blatter ressaltou que a recepção ao futebol olímpico em Pequim tem sido muito boa, e que 70% dos ingressos já estão vendidos.

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