Grega pega no doping diz que é inocente e COI investiga

Fani Halkia declarou que participava de programa da Agência Antidoping e que nunca se doparia

EFE

20 de agosto de 2008 | 21h35

A atleta grega Fani Halkia, ouro olímpico nos 400m com barreiras nos Jogos de Atenas, em 2004, e suspensa em Pequim por doping, reiterou hoje que é inocente, enquanto o Comitê Olímpico Internacional (COI) encarregou uma investigação à Justiça grega sobre o caso.     Veja também:  Velocista grega Fani Halkia dá positivo em exame antidoping   "Eu participava de forma voluntária em um programa da Agência Mundial Antidoping (AMA) de 365 dias ao ano de controle. Nunca faria isso", declarou a atleta em entrevista publicada hoje pelo jornal grego "Elefteria".   Halkia testou positivo por uso de esteróides nos dois exames feitos pela AMA no Japão e foi suspensa pelo COI.   A atleta acrescentou que tem a "consciência limpa" e que nunca faria nada para "se suicidar como desportista" e "desonrar" seu país.   O COI encomendou o assunto à Justiça grega, que investiga por ordem do Governo os casos de doping de Halkia e do corredor grego Tassos Gousis, também suspenso há poucos dias dos Jogos Olímpicos de Pequim por uso de substâncias proibidas.   A Grécia é o país que teve o maior número de atletas pegos nos exames de doping nos Jogos de Pequim.

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