Sergio Perez|Reuters
Sergio Perez|Reuters

Hermanos também têm tradição no basquete olímpico

Argentina fez história ao derrotar EUA na Olimpíada de 2004

O Estado de S. Paulo

31 de março de 2016 | 07h00

A cidade de Bahia Blanca, a 650 quilômetros de Buenos Aires, é o berço do basquete argentino. Foi lá que nasceu a maioria dos jogadores que formaram a maior equipe de basquete do país e uma das maiores de todos os tempos. Uma cidade de pouco mais de 200 mil habitantes possuía 21 times de basquete.

Comandados pelo técnico Ruben Magnano, o esquadrão formado por Alejandro Montecchia, Pepe Sánchez, Emanuel Ginóbili, Andrés Nocioni, Luis Scola, Fabricio Oberto, Walter Herrmann, Carlos Delfino, Leonardo Gutiérrez, Hugo Sconochini, Rubén Wolkowyski e Gabriel Fernández obteve dois dos resultados mais sensacionais do esporte da cesta.

VITÓRIAS SOBRE OS EUA

Em 2002, no Mundial de Indianápolis, os argentinos mostraram sua força, ao terminar na segunda colocação, com direito a uma vitória sobre os Estados Unidos. Foi a primeira derrota de um time formado pelos profissionais da NBA.

Dois anos mais tarde, na Olimpíada de Atenas, os "hermanos" se superaram. Se vingaram da Sérvia, de quem haviam perdido na final do Mundial (então Iugoslávia), com direito a cesta de Emanuel Ginóbili no último segundo do jogo, bateram mais uma vez os Estados Unidos (que tinham na equipe o jovem LeBron James) e não tomaram conhecimento dos italianos na decisão do ouro.

Um time inesquecível não só para a Argentina, mas para qualquer um que amam o basquete.

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