Hong Kong não tolerará manifestações ofensivas

Tocha olímpica chega à ex-colônia britânica nesta quarta-feira, 30; autoridades negam 'lista negra'

EFE

29 de abril de 2008 | 12h29

As autoridades de Hong Kong afirmaram nesta terça-feira, 29, que não tolerarão manifestações ofensivas a favor do Tibete durante a passagem da tocha olímpica, na nesta sexta. "Damos as boas-vindas a todos aqueles que se manifestarem pacífica e racionalmente. Mostrar bandeiras do Tibete dependerá sempre das circunstâncias, desde que não seja de forma ofensiva ou provocativa", explicou em entrevista coletiva David Ng, superintendente da Polícia na região administrativa especial chinesa. Ng confirmou a presença de 3.000 policiais durante a passagem da tocha e comentou que, até o momento, apenas uma associação de direitos humanos pediu para realizar uma manifestação.  Na mesma entrevista, Carrie Yau, secretária permanente de Interior, negou a existência de uma "lista negra" na imigração, da qual faria parte um escultor dinamarquês barrado junto aos seus dois filhos no último sábado.  Yau disse não poder comentar sobre casos individuais, mas espera que a imagem de "cidade livre" de Hong Kong não fique prejudicada pelas últimas medidas de segurança do Governo chinês.  O fogo olímpico chega nesta quarta à ex-colônia britânica e só sai às ruas na sexta, para um percurso de oito horas. 

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