Japão mira dez ouros nos Jogos do Rio e 3º lugar em Tóquio

A recém-formada Agência Japonesa de Esportes estabeleceu metas ambiciosas para os atletas do país nos Jogos Olímpicos do Rio e de Tóquio. Chefiada pelo ex-nadador campeão olímpico Daichi Suzuki, a agência do governo revelou a meta de conquistar ao menos dez medalhas de ouro na Olimpíada do próximo ano e no mínimo 20 em Tóquio em 2020.

Estadão Conteúdo

06 Novembro 2015 | 10h00

O Japão ganhou sete medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. A agência calcula que 20 ouros em Tóquio irão colocar o país em terceiro lugar na classificação geral de medalhas da Olimpíada de Tóquio. "Uma das razões para estabelecermos essas metas é que quando os atletas são bem-sucedidos, eles inspiram os cidadãos a se envolver no esporte", disse Suzuki. "Isso cria um ciclo virtuoso".

A agência foi fundada em 1º de outubro com os objetivos de aumentar a competitividade internacional do Japão e melhorar o apoio aos atletas para os Jogos Olímpicos de Tóquio. O órgão também tem a tarefa de melhorar a saúde dos cidadãos através do esporte, aumentando o status internacional do Japão. A agência de esportes terá uma equipe de cerca de 120 funcionários.

Suzuki, de 48 anos, já presidiu a Associação Olímpica do Japão e a Associação de Natação de Japão. Em 1988, ele faturou a medalha de ouro na prova dos 100 metros costas na Olimpíada de Seul. "Quando consideramos as características nacionais do japonês e do país Japão, somos um país que atribui grande importância ao trabalho em equipe e a colaboração", disse Suzuki. "A fim de atingir o nível superior nos esportes em uma base global, talvez nós precisamos nos concentrar muito em harmonia e cooperação, mas, por vezes, dar ênfase na autonomia e criatividade. Agir e pensar de uma forma diferente", concluiu.

Mais conteúdo sobre:
OlimpíadaJapãometa

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.