Charly TRIBALLEAU / AFP
Charly TRIBALLEAU / AFP

Jogos da madrugada na Olimpíada 2020: brasileira perde bronze; EUA nas finais do vôlei e basquete

Confira os principais destaques da madrugada olímpica em Tóquio

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de agosto de 2021 | 07h05

O fim da madrugada desta sexta-feira, dia 6, foi frustrante para o Brasil em Tóquio. Érica Sena esteve muito próxima de conseguir uma medalha de bronze na marcha atlética feminina nos 20km, porém recebeu a terceira advertência a poucos metros de concluir a prova, sendo obrigada a parar por dois minutos, dando adeus ao pódio. Ela terminou o percurso na 11ª colocação, com o tempo de 1h31min39. O ouro foi para Antonella Palmisano, da Itália (1h29min12), que liderou durante boa parte da corrida. A colombiana Lorena Sandra, com 1h29min37, ficou com a prata, enquanto a chinesa Hong Liu, com 1h29min57, levou o bronze. 

Segundo colocado no quadro geral de medalhas, os Estados Unidos deram um passo importante na briga pela medalha de ouro em duas importantes modalidades na madrugada. As seleções feminina de vôlei e basquete superaram a Sérvia em ambas as categorias e avançaram para as respectivas finais olímpicas

Na semifinal do vôlei, as americanas passaram com facilidade pela equipe sérvia, vencendo a partida por 3 sets a 0 - parciais de 25/19, 25/15 e 25/23, vingando a derrota sofrida para o time europeu nesta mesma fase do torneio na Rio-2016. Agora, os EUA aguardam o duelo entre Brasil e Coreia do Sul, que se enfrentam nesta sexta, às 9h, para conhecer o adversário da final. Em caso de vitória brasileira, as seleções vão reeditar a decisão da última Liga das Nações, quando a seleção de José Roberto Guimarães ficou em segundo lugar. 

Já no basquete, a superioridade dos EUA não foi diferente. Atual campeã europeia, a Sérvia não teve chances e foi derrotada pelo placar elástico de 79 a 59. O outro finalista será decidido no duelo entre França e Japão, que se enfrentam nesta sexta, às 8h. Caso seja campeã, a seleção feminina dos EUA chegaria ao sétimo ouro seguido, igualando a marca do time masculino, sete vezes campeão entre os Jogos Olímpicos de 1936 e 1968. 

Confira outros destaques da madrugada olímpica

Canoagem

Parceiro de Isaquias Queiroz na disputa do C2 1000m, Jacky Godmann voltou ao canal Sea Forest nesta sexta para as quartas de final no C1 1000m. O canoísta de 22 anos, porém, realizou a prova em 4min18s208, ficando em sexto lugar na sua bateria e sendo eliminado. Apenas os dois primeiros avançavam. O polonês Wiktor Glazunow, com 4min07s632, e o canadense Connor Fitzpatrick, com 4min09s622, lideraram o percurso. Outros quatro canoístas de outras duas baterias passaram de fase. 

Mais cedo, Isaquias Queiroz venceu sua bateria no C1 1000m, avançando diretamente para a semifinal. A briga por uma vaga na final está marcada para sexta, às 21h44, de Brasília. A disputa pelo pódio acontece na mesma noite, logo depois.

Saltos ornamentais

Fazendo sua estreia em Jogos Olímpicos, Kawan Pereira conquistou uma vaga na semifinal da plataforma de 10 metros. Com média 371,65, o brasileiro avançou em 17º. Por outro lado, Isaac Souza atingiu 339,30 e terminou no 20º e último lugar, duas posições abaixo da zona de classificação para a fase seguinte. 

Principal potência nos saltos ornamentais, a China colocou dois atletas na ponta da classificatória: Jian Yang, com 546,90, seguido do compatriota Yuan Cao, com 529,30. O britânico Tom Daley — famoso nas redes ao ser flagrado tricotando nas arenas de Tóquio — foi o quarto, com 453,70. 

Boxe

O cubano Julio La Cruz confirmou o favoritismo e se sagrou bicampeão olímpico dos pesos pesados (até 91 kg) ao vencer o Muslim Gadzhimagomedov, do Comitê Olímpico Russo (ROC) por 5 a 0. Este é o terceiro ouro do país na modalidade em Tóquio. 

 

 

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